Há manhas que já amanhece fria, apesar do ensolarado que se dá lá fora, há tardes que escurecem mais cedo apesar da certeza do pôr do sol e há noites que não se consegue nem caminhar de tanta treva, apesar da certeza de uma linda lua no céu.
Pois é, há dias assim, em que não vemos graça em nada, não ansiamos nada, não queremos ouvir e muito menos falar nada. Dias em que um fone de ouvido no ultimo volume, uma mochila nas costas e uma passagem sem destino já nos definiria bastante.
Dia, horas, minutos, segundos, que parecem se rastejar por entre o tic-tac do relógio, uma vontade imensa de tudo e de absolutamente nada na mesma proporção. E uma pergunta: O que você quer? Não sei!Talvez esses sejam dias em que nossa bolha nos basta. Não queremos amigos, nem colo de mãe, nem beijos ardentes de um amor.
O dia em que o melhor mesmo é evitar tomar decisões, falar alguma coisa, ou discutir com alguém, para não machucar mais do que deveria se é que deveria.
A solidão é nossa melhor companheira....ela nos faz questionar o que fizemos e vivemos no passado, se está valendo a pena o presente e como será o futuro. E nesse embaralhado que fica borbulhando na mente, ainda travamos uma luta interna pra que nada disso nos impeça de viver.
Há quem acredite em Sextas feiras 13, Prazer lhes apresento a minha "Quinta"


Que saudade que eu estava de "te ler"....a delicadeza com que escreve é cada vez melhor! parece que o tempo que você nos deixa na saudade te amadurece.....Minha alegria é a certeza de que você volta...sempre volta e sempre Melhor! Não nos deixe órfãos dos seus textos por muito tempo!
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